sexta-feira, outubro 09, 2020

QUEM SOU EU,
PARA QUEM SÃO SABE...
"Olha é nasci em 04/01/1951 na cidade de Santos. Sou santista de nascimento e claro, torcedor do Peixe (SFC). Lá fiz o ensino fundamento e médio além dos cursos de Tornearia e Ajustagem do Senai/Santos e Auxiliar de Enfermagem na Santa Casa de Santos. Vim para Campinas em 1971 para trabalhar como Enfermeiro Ocupacional concursado na Refinaria de Paulínia da Petrobras. Foram 7 anos de uma experiência magnifica trabalhando na maior empresa do país.
Enquanto trabalhava na Replan fiz o curso de Jornalismo na Pucc. E logo enveredei pela carreira. Comecei em Jundiaí onde produzi para o Jornal da Cidade minha primeira grande matéria: "Choveu Dinheiro na Vila Ana". Logo depois vim para Campinas convidado por Antônio Carlos De Júlio para integrar o corpo de repórteres do Correio Popular. Lá fiz uma das melhores matérias minhas; "Nosso repórter como cobrador vê a CCTC por dentro e por fora" foi a manchete de capa editada por Carlos Tôntoli. Passei pela Rádio Educadora e criei o quadro "Bronca dos Bairros". Agredido pelo vereador Assis Argenton, na ante sala do gabinete do prefeito na prefeitura, se tornou um incidente de repercussão entre os políticos e jornalistas da cidade. Fui para a Rádio Central levado por Romeu Santini e fui repórter de rua de programa comandado por Zaiman de Brito Franco.
Fui assessor de imprensa da Cati e do Ital. Rodei por cidades da região, de Americana no famoso Jornal O Liberal; a Holambra, na Revista Florin, reportando e editando para veículos de comunicação de todo tipo.
Em 1996 criamos, eu a esposa Cibele Vieira, criamos a Comunicativa. Em 1982 entrei como professor concursado na PUCC, de onde sai em 1992. Mais de 10 anos de uma experiência indescritível numa das mais importantes universidade do país.
Pela Comunicativa Editamos o Jornal Alto Taquaral publicação diferenciada na edição além da distribuição gratuita e dirigida apenas aos condomínios verticais e horizontais da nossa região Alto Taquaral. Hoje ele vive na rede pois os custos inviabilizavam e a logística da distribuição inviabilizaram a edição impressa. Realizamos também a comunicação jornalística em presas como Petrobras, Bosch, 3M. Galvani, Coim do Brsil, Fortdodge do Brasil, Multiimas, Ecobrisa e Biofabris; colégios Integral, Anglo, Porto Seguro e Sabin e outros entre os quase 100 clientes da carteira da Comunicativa,
Depois quase 50 anos de Campinas e 40 anos de jornalismo aqui, decidi me candidatar a vereador e espero fazer melhor do que muito critiquei a conduta. Se eleito, quando assumir, estarei com 70 anos seguramente um dos mais idoso do legislativo mas pronto para ser tão atuante quanto como o jovem repórter do passado.
Apesar da idade ainda ouso dizer: o futuro somos nós.
Gilberto Gonçalves - candidato n. 33777
pelo PMN Partido da mobilização Nacional

terça-feira, maio 01, 2018

TU E EU

TU E EU

ENQUANTO ME LANÇAS FLORES
EU TE FINCO ESPINHOS...
TU ME MOSTRAS A LUZ
EU TE TRANCO NO ESCURO...
TU ME  MOSTRAS O CAMINHO
EU TE APONTO  O PRECIPÍCIO...
TU ÉS TU
EU NUNCA EU!
SE EU FOR, PERDÃO POR TUDO!
SE EU VOLTAR, PERDÃO POR TUDO!

terça-feira, março 08, 2016

OLHA O BOI!



OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
BOI, BOI, BOI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
VAI, VAI, VAI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
FOI, FOI, FOI...
LÁ VAI O BOI PELAS BANDAS DA VILA
PUXANDO FORTE O CORTEJO DA ALEGRIA
TENTANTO CLARO ESQUECER A SUA SINA
DE EM VEZ DE BOI SER TOURO BRAVO QUE NÃO FOI
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
BOI, BOI, BOI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
VAI, VAI, VAI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
FOI, FOI, FOI...
E LÁ NA FRENTE O MAESTRO NOS ENSINA
NO CARNAVAL A BATUTA É SERPENTINA
ALEGRE É O BOI QUE ESQUECE A SUA SINA
DE TOURO BRAVO QUE NÃO FOI E SER SÓ APENAS BOI
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
BOI, BOI, BOI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
VAI, VAI, VAI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
FOI, FOI, FOI...
E O TÚNEL DO TEMPO ATRAVESSA LÁ PRA VILA

FAZENDO FÁCIL O TRANSPOR DA FERROVIA
PRA DAR AO BOI A RAZÃO DA SUA VIDA
DE SER O ALEGRE BOI QUE ELE SEMPRE FOI!
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
BOI, BOI, BOI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
VAI, VAI, VAI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
FOI, FOI, FOI...
LÁ PRA VILA INDUSTRIAL...

LÁ VAI O BOI PELAS BANDAS DA VILA
PUXANDO FORTE O CORTEJO DA ALEGRIA
TENTANDO CLARO ESQUECER A SUA SINA
DE EM VEZ DE BOI SER TOURO BRAVO QUE NÃO FOI
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
BOI, BOI, BOI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
VAI, VAI, VAI...
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...
FOI, FOI, FOI...
E LÁ NA FRENTE O MAESTRO NOS ENSINA
NO CARNAVAL A BATUTA É SERPENTINA
ALEGRE É O BOI QUE ESQUECE A SUA SINA
DE TOURO BRAVO QUE NÃO FOI E SER SÓ APENAS BOI
OLHA O BOI, OLHA O BOI, OLHA O BOI...

Nem Sangue Nem  Areia - 2016

SEGUUUURA PEÃOOOO!



OLHA O BOI AÍ GENTE!!!!!

VAI!!!!

VILA, VILA, VILA...
DE OUTRORA UM CONCEITO INDUSTRIAL
VILA, VILA, VILA...
DE NOVO ALEGRIA EM CARNAVAL

BIS...

BIS...

OLHA O BOI QUE JÁ FOI
OLHA O BOI QUE JÁ ERA
ALEGRIA SINCERA
A ANSIEDADE DA ESPERA
DE UM OUTRO CARNAVAL...

A CRANÇA FELIZ
DE FATO É QUEM DIZ
QUE O BOI QUE EU FIZ
COMO NOVO APRENDIZ
SE FEZ EM SONHO IRREAL...

O TEMPO PASSOU
A SAUDADE FICOU
DO BOI QUE JÁ FOI
DO BOI QUE JÁ ERA
QUE COMO APRENDIZ
DE NOVO EU FIZ
E PRO BAIRRO A ALEGRIA RETORNOU...

A CRIANÇA CRESCEU
UM HOMEM EMERGIU
DO BOI QUE SE FOI
UM NOVO SURGIU
UM BOI QUE EU FIZ
COMO BOM APRENDIZ
PRA ALEGRAR ESTE NOVO CARNAVAL...

NO TEMPO DE AGORA
A LEMBRANÇA DE OUTRORA
OUTRA CRIANÇA FELIZ
DE NOVO É QUEM DIZ
QUE O BOI QUE EU FIZ
É SEU SONHO DE UM OUTRO CARNAVAL...

DE NOVO A ALEGRIA
TOMA CONTA DA VILA
QUE HOJE DESFILA
OUTRO BOI IRREAL
BIS...

VILA, VILA, VILA
DE OUTRORA UM CONCEITO INDUSTRIAL
VILA, VILA, VILA,
DE NOVO ALEGRIA EM CARNAVAL...
BIS...
BIS...

Nem Sangue Nem Areia - 2014

quarta-feira, março 14, 2012

DIA DA POESIA

IDA
eu sempre penso em ir
quando deito sobre a cama meu corpo humano
Nem sempre vou
quem sabe um dia

e neste dia, quando for
espero que não esqueçam
de atender o meu anseio
de me transformar em cinzas
de me partir em meias
e de me soprar sobre as campinas que corri

Onde nasci,
onde vivi
e onde meia parte de mim eu conheci

Santos,
Campinas,
Botelhos

Se não for hoje
nem amanhã
seja lá quando for
cumprma meu desejo,
por favor!


"Ela só merece o céu e eu só lhe dou o inferno!"

"Estou passando dos 60 e meu filho quase nos 30; que pena!"

"Há na casa um ser capaz de transformar o mundo com infantil inocência; tão belo e tão distante..."

"Minha filha trilha outros caminhos e eu olho apenas quando deveria ir na sua frente acendendo as luzes!"

"Vou passar mais um tempo não vivido enfurnado entre cobertas"

O que há entre um sim e um não? Um talvez? Talvez! Ou seria um talvez sim ou talvez não?"

TEMPO
Como passa o tempo de nossas vidas
Veja os outros como estão passados,
vividos, como nós
É triste pensar nas alegrias que deixamos
lá atrás, muitas divididas com
quem já nem existe mais
Foi muito bom
Comofoi...

"Por que sempre que ando pra frente, acabo indo de encontro ao meu passado?"

"Uns passam, outros ficam. E nós?"

"Quando no lombo de uma moto me arremesso nesta loucura do dia a dia a correr entre carros e carros por ruas e avenidas, percebo que do escapamento sai forte o ruido e o gás que contamina o mundo."

SAPOTI
Eu vi, comi e curti,
naquela Santos onde cresci.
Doces sapotis.

MOTO
Lá me vou num movimento de moto
estrada a fora,
o rumo é certo
o traço é reto
mas há curvas que faço
no caminho...
Rodo livre
rosto ao vento
peito aberto
ao mundo.
Estou sozinho.
Se não munto não vou
fico
quietinho!

OUVI!
Eu não ouvi
e fodeu-se...
Meu pai disse,
analfabeto que era:
"Meu filho, jornalista, não!"
Mas fui
Fodeu-se
como ele disse...

SIMPLES ASSIM: NÃO HÁ SAÍDA!
Por onde eu vá
por onde eu ande
corra

O que quer que eu pense
emboto
trôpego
perdido

Sou um nada!
arrasto meu corpo
rua abaixo
empurro
ladeira acima

Prá onde eu for
por onde eu ande
corra

Pra onde ir
de onde vir
paro

Ainda que eu lembre
sofro
praga
alisa

Que sou?
onde vou
cair
e sem força
subir

Rumo?
prumo
voa

Na hora de ir
paro
Ha hora de vir
calo
Mudo, sou!

ESSA É BOA
Harpas e sinos
porcos suínos
bilbao
balboa
tablado
taboa
caraca
coroa
barbado
baroa
ilhado
ilhoa
atado
atoa
calado
canoa
gado
garoa
Essa é boa...!

"Ai quem me derar ser agora um Louva a deus"

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Nem sangue nem areia - 2010"

"Olha o trem aí gente...!
carregado
vem puxado
por locomotiva a vapr
é o trem do amor...
Pau cortado
vai queimado
transformado em calor
é o trem do amor...
Passageiro vai sentado
acomodado
do jeito que for
é o trem do amor...
E lá atrás o boi coitado
vem de longe encurralado
a espera do louvado
golpe salvador
é o trem do amor...

E curva aqui
curva acolá
olha a Vila Industrial

E curva aqui
curva acolá
olha a Vila Industrial

O apito é estridente
o boi cansado ralha os dentes
sua hora é chegada
do machete a pancada
sua carne retalhada
entre sangue e eareia
de um passado carnaval

e curva aqui
curva acolá
olha a vila industrial

e curva aqui
curva acolá
ola a vila industrial

sexta-feira, janeiro 23, 2009

PÉ DE ACEROLA

Na casa do meu avô
tinha um pé de acerola
aonde eu me lambuzava
sempre que ele ia embora
Sozinho naquele canto
muitas frutas eu comia
e a casca e o caroço
só depois é que eu via
Na casa do meu avô
tinha um pé de acerola
aonde eu me lambuzava
sempre que ele ia embora
Todo dia era assim
fruta, fruta, eu engolia
e depois de algumas horas
pro banheiro eu corria.
Na casa do meu avô
tinha um pé de acerola
aonde eu me lambuzava
sempre que ele ia embora
Por conta da vovó
muita fruta eu comeria
mas por conta do vovô
de perto do pé eu sumiria.
Na casa do meu avô
tinha um pé de acerola...

quarta-feira, janeiro 21, 2009

DEVAGAR, DEVAGAR,,,

Por que correr? Pra que?
Pelas manhãs de hoje tenho me castigado pelos excessos cometidos em dias de ontem.
Corro. Diariamente corro cerca de 7 quilômetros.
Calma aí, que não é uma corrida desembestada de competidor. É marcha acelerada.
Maldito tal de triglicerídeos que nos consome pelas veias. Maldita e deliciosa gordurinha. Maldito e delicioso açucar.
Maria mole, pé-de-moleque, paçoquinha, bananada, goiabada, pessegada...adas, adas.
Gorduras mil, da picanha, do pernil... puta que pariu!
Por isso corro. Para queimar o excesso.
Na contra mão do meu tempo vem um velho (idoso).
Todo dia a mesma coisa. Eu correndo pra lá, ele vindo pra cá.
Enquanto corro contra o excesso, ele caminha lento, passo pós passo curtinhos, bengalinha numa das mãos.
Logo descobri que quando vou ele também está indo, apesar do sentido contrário.
Quase sempre nos cruzamos novamente na volta. Eu suado, cansado, respiração ofegante.
Ele novamente impávido nos seus passinhos
Agora as duas mão ocupadas: numa a bengala e na outra, os pãezinhos...

SOBREVIVÊNCIA

Descendo a rua enquanto eu corria,
ele subia em passos curtos e olhos pro chão.
Entre a relva de ervas daninhas
ele avista, abaixa e pega a latinha.
Pensativo, arguto, apoia-a sobre o asfalto do chão,
seu joelho se curva, seu pé se eleva e desce num pisão.
Assim amassado o fino metal
vai ao bolso da camisa social.
Continuo correndo, descendo, indo
ele a passos curtos segue subindo
sempre de olhos no chão.