Quando morreu eu for
não esqueça de fazer cumprir meu sonho.
Quero ver minha cinzas
sobre esta casa,
sobre um pedaço das Minas Gerais,
sobre ondas santistas
e nada mais!
Obrigado.
quinta-feira, maio 17, 2007
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Todo ser humano põe a correr na veia, depois que nasce, uma alma poética. Eu não sou diferente de ninguém e, num momento ou outro me fiz em versos que agora, totalmente fora de ordem cronológica começo a trazer para cá assim: eis me versado
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