E o mundo já nem me diz
absolutamente nada.
Sou e hei de ser apenas o que já fui.
E basta.
Ser dono do meu nariz
Viver como aprendiz
me fazer pela raiz
e dizer que sou
e hei de ser apenas o que já fui.
E basta.
Ostento-me em um nome
carregado em corpo de homem
que as agruras do tempo consomem
até que inerte me torne
para dizer que sou
e hei de ser apenas o que já fui.
E basta.
quinta-feira, maio 17, 2007
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2 comentários:
Prezado Gilberto....
Obrigado pelos comentários no blog "Na Periferia do Império".
Gostei dos poemas.
um abraço
Gilberto,
Passo aqui para agradecer a visita e o apoio!
Dei uma olhada em seus blogs e adorei! Parabéns!
Grande Beijo
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