Ah como desejo fazer-te versos novamente
ver-te como minha encantadora musa poética
no entanto deixei-me perder em mil coisas vãs
assumindo assim, uma atitude vil e patética
para contigo
e para com os outros também.
Como sou tolo bem sei.
Maldita hora em que vim
como homem
habitar a terra
e fazer sofrer teu coração.
A minha vontade segue escrevendo este poema
mas minha cabeça pára, desprovida de vocábulos que te valham
depois de há muito, lágrimas voltas a sulcar meu rosto
como prova de que é grande minha vontade
mas os sentido me falham.
Não sei porque
e me entristeço.
Largo a caneta
me esmoreço
e largado na cama
encaro-te na moldura
e tento sorrir
por lembrar a capacidade que um dia eu tive
de fazer o meu mais sublime de todos os poemas
Você!
E, sze com a caneta não sou capaz de outros redigir
a tuia imagem se configura naquele que fiz
e me faz outra vez sorrir
e pensar
- "Não sou poeta, mas tenho o poema
que loucamente muitos ainda buscam fazer:
você!"
domingo, novembro 13, 2005
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário